Segunda maior economia do mundo, o Japão apresenta sinais de recessão, agravados pela crise nos EUA
Cláudia Trevisan, correspondente de O Estado de S. Paulo
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PEQUIM - A Bolsa de Hong Kong abriu em baixa, mas subiu durante a tarde para fechar em alta de 1,08%, empurrada pelo salto de 13,8% dos papéis da seguradora chinesa Ping An.
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A valorização ocorreu depois que a empresa anunciou o cancelamento de seu investimento de US$ 3 bilhões no banco belga-alemão Fortis, que teve que ser socorrido pelos governos europeus nesta semana.
Segunda maior economia do mundo, o Japão apresenta sinais claros de recessão, agravados ainda mais pela crise nos Estados Unidos, um dos principais mercados para suas exportações.
As vendas de veículos norte-americanas caíram 27% em setembro, o que afetou em cheio as montadoras japonesas que vendem para aquele mercado. As ações da Mazda tiveram a maior queda em sete anos e recuaram 12%, enquanto as da Toyota e Honda caíram 3,4% e 4,5%, respectivamente.
O recém-eleito primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, reafirmou ontem que dará prioridade à aprovação no Parlamento de um pacote de estímulo fiscal à economia, que exige a elevação do Orçamento do próximo ano. Com isso, devem ser adiadas as eleições gerais que Aso pretendia convocar para o início de novembro.
Nesta semana, o Japão já havia sofrido o impacto negativo da divulgação de dados que mostram o enfraquecimento de sua economia. Os indicadores de desemprego em agosto foram os piores desde setembro de 2004, com a oferta de 86 vagas para cada grupo de 100 pessoas que procuram colocação no mercado. O índice de desocupação subiu de 4% em julho para 4,2% no mês seguinte.
A produção industrial de agosto teve queda de 3,5%, a mais acentuada desde que dados comparáveis começaram a ser coletados em 2003, enquanto os gastos das famílias recuaram 4%, o que revela forte retração no consumo.
Fonte: http://www.estadao.com.br/economia/not_eco252082,0.htm
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